Greenland 2: Migration (2026) – Crítica: Uma Continuação Pós-Apocalíptica Familiar, com Momentos Emocionantes, mas Execução Irregular
Título do filme: Greenland 2: Migration
Direção: Ric Roman Waugh
Elenco: Gerard Butler (John Garrity), Morena Baccarin (Allison Garrity), Roman Griffin Davis (Nathan Garrity), Amber Rose Revah (Dra. Amina), Gordon Alexander (Tenente Blake), Peter Polycarpou (Dr. Haugen), William Abadie (Denis Laurent), Tommie Earl Jenkins (General Sharpe)
Gênero: Ação, Suspense, Drama, Sobrevivência Pós-Apocalíptica
Duração: ~98 minutos
Idioma: Inglês
Data de lançamento: 9 de janeiro de 2026 (cinemas)
Recepção da crítica: Avaliações mistas; críticos divididos, com alguns elogios às emoções, mas notas medianas (em torno de 48–58% no Rotten Tomatoes; Metacritic perto de 49)
Introdução a Greenland 2: Migration (2026)
Greenland 2: Migration é a aguardada sequência do suspense pós-apocalíptico de 2020 Greenland. Dirigido por Ric Roman Waugh e novamente estrelado por Gerard Butler e Morena Baccarin, o filme retoma a história anos após o impacto de um cometa que devastou grande parte da população e da infraestrutura da Terra. Diferente do primeiro filme, que focava na catástrofe imediata, esta continuação se concentra na luta para continuar sobrevivendo em um mundo destruído e na busca por um novo lugar para chamar de lar.Enquanto o Greenland original obteve sucesso inesperado especialmente nas plataformas digitais e conquistou o público com seu drama de sobrevivência mais realista, a sequência chega com apostas mais altas, porém com uma recepção crítica mais dividida.

Resumo da Trama: A Jornada Angustiante de uma Família por uma Terra Destruída
Cinco anos após o cometa Clarke atingir a Terra, a família Garrity John (Gerard Butler), Allison (Morena Baccarin) e o agora adolescente Nathan (Roman Griffin Davis) é forçada a deixar o abrigo subterrâneo na Groenlândia quando ele se torna inabitável. Com grande parte do planeta devastada, o trio embarca em uma jornada perigosa e emocionalmente desgastante através de paisagens arruinadas em direção ao sul da Europa, em busca de zonas seguras e de um novo começo.No caminho, eles enfrentam perigos naturais, escassez de recursos e outros sobreviventes desesperados. O filme enfatiza não apenas a sobrevivência física, mas também o impacto psicológico de anos de perdas, traumas e da luta para manter a esperança em um mundo aparentemente sem futuro.
Elenco e Atuações: Rostos Conhecidos com Impacto Variável
Gerard Butler retorna como John Garrity com sua conhecida intensidade e determinação, carregando boa parte do peso emocional da narrativa como um pai disposto a tudo para proteger a família. Morena Baccarin entrega uma atuação sólida como Allison, equilibrando força e vulnerabilidade diante de situações extremas. Roman Griffin Davis traz uma presença mais contida, porém sensível, ajudando a sustentar a dinâmica familiar.Os coadjuvantes, como Amber Rose Revah e Gordon Alexander, complementam bem o elenco, embora alguns personagens não recebam o desenvolvimento esperado para um filme desse porte.
Direção e Fotografia: Paisagens Desoladas e Momentos Íntimos
A direção de Ric Roman Waugh aposta na representação da desolação pós-cometa, alternando grandes cenários devastados com cenas mais íntimas e centradas nos personagens. A fotografia de Martin Ahlgren captura tanto a escala da destruição quanto os pequenos gestos de humanidade, revelando um mundo marcado pela ruína, mas ainda pontuado por momentos de beleza.O ritmo, porém, privilegia a tensão silenciosa e o drama emocional em vez de grandes explosões, o que pode parecer irregular para quem espera a mesma intensidade do primeiro filme.
Temas e Tom: Resiliência, Esperança e o Preço da Sobrevivência
Diferente de muitas continuações de filmes-catástrofe que apostam apenas no espetáculo, Greenland 2: Migration foca na jornada emocional e no desgaste psicológico dos sobreviventes. Resiliência, laços familiares e a persistência da esperança são temas centrais da narrativa.O tom é sombrio, mas profundamente humano, explorando não apenas os perigos externos de um mundo em colapso, mas também os conflitos internos e os sacrifícios necessários para tentar reconstruir um futuro.
Produção e Trilha Sonora
Com um orçamento estimado em cerca de US$ 90 milhões, a produção entrega visuais amplos e imersivos de um planeta transformado pelo desastre. A equipe equilibra cenários grandiosos com enquadramentos mais fechados e emocionais. A trilha sonora reforça os momentos de tensão e drama sem sobrecarregar a narrativa.
Recepção do Público e da Crítica
Greenland 2: Migration estreou nos cinemas em 9 de janeiro de 2026 e recebeu críticas mistas. As avaliações em agregadores variam de médias medianas, com elogios às atuações e ao drama familiar, mas críticas à sensação de repetição em relação ao original.Alguns críticos valorizam a abordagem mais reflexiva e emocional; outros consideram o filme previsível e menos impactante do que o primeiro.
Pontos Fortes e Fracos
Pontos Fortes:
- Atuações sólidas, especialmente de Gerard Butler e Morena Baccarin.
- Forte carga emocional e foco nos laços familiares.
- Visuais pós-apocalípticos bem construídos e imersivos.
Pontos Fracos:
- Ritmo irregular e recepção crítica dividida.
- Menor sensação de urgência em comparação ao primeiro filme.
- Personagens secundários pouco desenvolvidos.
Onde Assistir Greenland 2: Migration (2026)
Em janeiro de 2026, o filme está em cartaz nos cinemas. Após a janela teatral, passou a ficar disponível para aluguel e compra digital em plataformas como Prime Video, Apple TV e Fandango at Home a partir de 27 de janeiro de 2026. Posteriormente, deve chegar ao streaming em serviços como Starz e, depois, Amazon Prime Video.
Veredicto final
Greenland 2: Migration (2026) entrega uma continuação emocionalmente consistente da jornada da família Garrity em um mundo pós-apocalíptico brutal. Embora não recupere totalmente a urgência e o impacto do primeiro filme, seu foco nas consequências humanas da sobrevivência adiciona profundidade e sensibilidade à narrativa. As atuações fortes e a abordagem mais intimista tornam a experiência envolvente, ainda que imperfeita. Para fãs de dramas de sobrevivência e para quem acompanhou o original, é uma jornada válida e tocante.
Como o Público Descobre Filmes Como Greenland 2: Migration (2026)
O público geralmente descobre sequências pós-apocalípticas como Greenland 2: Migration por meio de trailers nos cinemas, divulgação nas redes sociais, comunidades de cinema em plataformas como Reddit e Letterboxd, Freecine, além de recomendações em serviços de streaming quando o filme chega ao digital, como Prime Video e Starz. O boca a boca e a popularidade do primeiro filme também impulsionam o interesse pela continuação.
