Burner (2025): Um Thriller de Redenção Tenso, mas Previsível
Burner (2025), dirigido por Robert Orr, é um drama de ação sombrio que estreou em plataformas VOD em 15 de maio de 2025, oferecendo um olhar cru sobre redenção e sobrevivência. Estrelado por Kacy Owens como Kiki, uma ex-presidiária e mãe solteira lutando para recuperar sua vida, o filme acompanha sua batalha desesperada contra um ex-marido violento que ameaça sua recém-encontrada estabilidade. Lançado há mais de quatro meses, Burner conquistou um público modesto nos serviços de streaming, elogiado por suas atuações envolventes e rostos novos, mas criticado por sua trama previsível e execução irregular. Em 6 de setembro de 2025, às 23h52 (PKT), postagens no X o descrevem como um “thrill indie refrescante” (@indiefilmfan) e uma “sólida peça de personagem” (@actionlover88), embora alguns o chamem de “preguiçoso” e “sem inspiração” (@moviecritic22), destacando sua recepção mista.
Produzido com baixo orçamento, Burner se destaca no saturado gênero thriller pelo foco na resiliência de uma protagonista feminina, gerando comparações com filmes como A Justiceira (Peppermint). Sua disponibilidade no Amazon Prime Video o tornou acessível, embora seu limitado burburinho sugira que seja mais uma joia escondida do que um sucesso de massa.
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Resumo da Trama: A Luta de uma Mãe pela Liberdade
A história gira em torno de Kiki, recém-liberta da prisão após cumprir pena por pequenos crimes, que se reúne com sua filha adolescente e promete reconstruir sua vida. Ela consegue um emprego em uma lanchonete local, determinada a se manter limpa, mas seu ex-marido violento e traficante, Axar (James Oliver Wheatley), ressurge exigindo dinheiro e ameaçando arrastá-la de volta ao seu mundo. À medida que Axar intensifica o assédio perseguindo-a no trabalho e confrontando sua filha Kiki precisa superá-lo para proteger sua família sem voltar para a prisão.
A narrativa constrói tensão em cenas íntimas e realistas: um confronto tenso na lanchonete e uma desesperada fuga noturna. A aliada de Kiki, Lola Ray (Akina Wylie), também ex-presidiária, oferece apoio e adiciona uma camada de sororidade. O clímax se desenrola em uma brutal confrontação em que Kiki vira o jogo, usando sua astúcia para “queimar” a operação de Axar. Embora a trama entregue recompensas satisfatórias, ela depende de clichês familiares como o ex implacável e o resgate de última hora tornando as reviravoltas previsíveis. Subtramas, como a relação conturbada de Kiki com sua filha, acrescentam profundidade emocional, mas são resolvidas rápido demais.
Elenco e Atuação: Novos Rostos com Verdadeira Força
Kacy Owens ancora o filme como Kiki, sua interpretação de uma mulher à beira do colapso mistura determinação feroz com vulnerabilidade silenciosa, especialmente em uma reconciliação emocionante com a filha. James Oliver Wheatley, como Axar, é uma força ameaçadora, sua energia volátil fazendo cada cena vibrar, embora sua vilania unidimensional limite a nuance. Akina Wylie, como Lola Ray, traz calor e coragem, e sua química com Owens eleva a amizade das personagens.
O pequeno elenco, formado em grande parte por estreantes, entrega atuações envolventes, autênticas e sem polimento excessivo, evitando os estereótipos batidos comuns no gênero. Os confrontos entre Owens e Wheatley são destaques, embora alguns papéis secundários pareçam pouco desenvolvidos devido ao tempo reduzido de exibição. Postagens no X exaltam a atuação “cativante” de Owens (@indiefilmfan) e o “talento real” do elenco (@actionlover88), embora alguns apontem o antagonista “raso” (@moviecritic22).
Direção e Cinematografia: Realista, mas Básica
Robert Orr dirige com intensidade direta, focando mais nos personagens do que no espetáculo, usando locações de Los Angeles para ancorar a história no realismo urbano. A cinematografia utiliza iluminação natural e câmeras de mão para dar um ar quase documental, com momentos marcantes como uma perseguição em ruas molhadas pela chuva que intensifica o desespero. A trilha sonora, minimalista e percussiva, reforça a tensão sem se sobrepor.
O ritmo de Orr mantém os 90 minutos enxutos, embora a familiaridade da trama leve a pontos previsíveis, e algumas cenas de ação sejam limitadas pelo orçamento. A direção evita exageros visuais, o que combina com o tom íntimo, mas carece de impacto estético. Postagens no X elogiam o “refrescante cenário de LA” (@cinephile88) e o “estilo realista” (@thrillerfan99), embora alguns o considerem “sem inspiração” (@docufan23).
Temas e Tom: Redenção e Resiliência
Burner mergulha em temas de redenção, maternidade e sobrevivência, retratando a luta de Kiki como metáfora para romper ciclos de abuso e crime. O tom é cru, mas esperançoso, mesclando suspense de thriller com introspecção dramática, semelhante à força materna feroz de A Justiceira (Peppermint).
Classificado como R por violência e linguagem, é indicado para maiores de 17 anos que buscam uma história crua, embora sua previsibilidade possa não agradar veteranos do gênero. Postagens no X o chamam de “empoderador” (@indiefilmfan) e “relacionável” (@actionlover88), embora alguns o considerem “clichê” (@moviecritic22).
Produção e Trilha Sonora: Enxuta, mas Eficaz
Produzido de forma independente, Burner foi filmado em 2024 em Los Angeles, com um orçamento modesto refletido nos cenários autênticos de lanchonete e nas ruas da cidade. O investimento de US$500 mil aparece nos efeitos práticos e nas atuações naturais, embora o design de som seja básico. A trilha sonora, com influências de hip-hop urbano, complementa o clima, mas carece de faixas memoráveis.
O roteiro de Orr oferece um arco direto, com pequenos toques criativos como o uso do celular “burner” por Kiki adicionando estilo, mas a brevidade sacrifica certa profundidade emocional. Seu lançamento em 15 de maio de 2025, diretamente no VOD, coincidiu com a demanda por thrillers de verão, aumentando a audiência. Postagens no X elogiam a “vibe real de LA” (@screensourced), mas observam as “limitações de orçamento” (@docufan23).
Recepção: Sólido, mas Pouco Marcante
Com nota 5.3/10 no IMDb e poucas críticas no Rotten Tomatoes, Burner recebe elogios por suas “atuações envolventes” e pelo “cenário autêntico de LA”, com críticos chamando-o de “um bom thriller indie”. No entanto, análises apontam “roteiro preguiçoso” e enredo “previsível”, com alguns considerando os diálogos “sem inspiração”. A pontuação de ~60% do público e os 3.0/5 no Letterboxd refletem apelo moderado, especialmente entre fãs de drama.
Pontos Fortes e Fracos de Burner
Pontos Fortes:
- Atuação cativante de Kacy Owens e cenário autêntico de LA.
- Direção realista e momentos tensos de ação.
- Temas de redenção e maternidade.
Pontos Fracos:
- Trama previsível e diálogos pouco inspirados.
- Ritmo irregular e valores modestos de produção.
- Personagens secundários superficiais.
Veredito Final: Uma História de Redenção Sólida, mas Pouco Marcante
Burner (2025) é um thriller indie sólido que impressiona pela atuação de Kacy Owens e por sua história realista ambientada em LA. A direção de Robert Orr entrega tensão, mas reviravoltas previsíveis e limitações de produção reduzem seu impacto. Ideal para maiores de 17 anos que buscam um drama rápido, é uma boa opção no Amazon Prime Video em 6 de setembro de 2025, às 23h52 (PKT). Para histórias mais afiadas, A Justiceira (Peppermint) pode ser melhor, mas o coração deste filme ainda conquista.
ota: 5.3/10 estrelas
Onde Assistir: Disponível no Freecine
